Celulite, Diabetes e Depressão: o que eles têm em comum?
Atualizado: 31 de ago. de 2021
Provas, notícias contrárias aos seus ideais, barulho de obra, contas para pagar, transito, impressora que não imprime... esses episódios são conhecidos como estressores, pois geram estresse.

Eles são responsáveis por ativar uma rota de liberação de hormônios conhecidos como “hormônios de luta ou fuga”, que nos preparam para lidar melhor com situações da atualidade que exigem mais foco ou resistência muscular do que de costume. Ou seja, ele pode ser considerado bom, caso tenhamos que agir sob pressão.
O problema não está em episódios isolados que acontecem durante uma semana, mas sim, no ESTRESSE CRÔNICO, onde há a repetição de eventos estressores na rotina, dia após dia, durante tempo suficiente - que pode variar de pessoa para pessoa - gerando uma alteração na liberação hormonal.
Quando ativada o tempo todo, essa rota começa a produzir hormônios sem parar, dentre eles cortisol e aldosterona. A aldosterona pode levar ao acumulo de sódio, consequentemente maior retenção de água, causando ou agravando a celulite. Já o cortisol, influencia em maior quantidade de glicose no sangue, que junto com a má alimentação, poderá contribuir no desenvolvimento do diabetes mellitus tipo 2.
Ainda em excesso, o cortisol age negativamente no cérebro e na qualidade da barreira intestinal, o que dentre outras alterações, pode diminuir a produção de neurotransmissores importantes para o controle das nossas emoções, como dopamina e serotonina.
Você deve ter percebido que, apesar de não ser o único fator envolvido, o ESTRESSE CRÔNICO é um dos gatilhos em comum que contribui para o surgimento ou agravamento de celulite, diabetes e depressão. Por isso, é importante saber como mantê-lo sob controle e assim, reduzir as consequências dessa condição.
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Alyne Venson
Nutrição e Fitoterapia
CRN 18101000 | FITO/0236-CRN4



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